segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

10 Coisas Que Eu Amei no Japão

Foto: Rafael Helfstein


Fiz a minha primeira viagem ao Japão no final de 2017 e foram muitas coisas que amei na terra do Sol Nascente! Eu ficava impressionada com tudo o que eu vivia por lá. No fim do dia, chegava no hostel e corria pra contar minhas impressões para a Cecilia (que também escreve no Oysters'). Com base nos nossos papos, resolvi fazer uma listinha das coisas que eu amei no Japão! Esta lista é somente um ponto de vista pessoal, tem as impressões de uma turista que viajou por apenas 3 semanas pelo Japão. Quem mora lá provavelmente deve ter ideias e questões diferentes das minhas. Fiz também uma lista de coisas que odiei (leia aqui: 5 coisas que eu odiei no Japão), afinal nem tudo são flores, não é? Mas não tem como negar que o Japão é um outro planeta dentro deste planeta, só estando lá para saber. Impossível explicar em palavras o quanto aquele país é incrível, mas espero que essa listinha ajude a quem nunca foi, a entender um pouquinho o porquê das pessoas voltarem tão encantadas de lá!

Então lá vai a lista de coisas que eu AMEI no Japão:

1. Konbinis (7-eleven, Lawson, Family Mart, etc)

É uma das coisas mais maravilhosas do Japão! Não sei como falar sobre isso com um texto curto, então lá vem textão (juro que é só para esse item)! No Japão os konbinis estão por toda parte, existem mais de 50.000 no país, e ficam abertos 24h por dia, 365 dias do ano. Konbinis são lojas de conveniência, mas são diferentes do que estamos acostumados aqui. Você pode fazer de TUDO lá! Além do básico que já conhecemos (mercearia, higiene pessoal, papelaria, snacks, doces, “comidas”, revistas/jornais etc), nos konbinis o cliente também pode sacar dinheiro no caixa eletrônico, pagar contas, tirar xerox, mandar fax (sim, eles fazem isso), comprar ingressos, imprimir fotos, enviar correspondência e pode até enviar bagagens para algum outro lugar do país (hotéis ou aeroportos, útil para não ficar arrastando malas entre as cidades). Em algumas lojas também vi produtos da Muji (famosa rede japonesa minimalista com itens de decoração, vestuários etc.) a meias e roupas íntimas. Outras têm até banheiro para o público (e os turistas agradecem). Para completar, todas oferecem wi-fi gratuito, coisa que me salvou várias vezes durante a viagem. Mas a melhor parte mesmo era a comida. Comida japonesa de boa qualidade e muito barata! Tinha obentôs (marmita japonesa), oniguiris, sushis, sanduíches, snacks e muito mais (algumas têm até espaguete). E o cliente pode aquecer sua refeição no forninho disponível dentro da loja! Além da farta opção de comida, os konbinis oferecem bebidas quentes e frias, incluindo bebidas alcoólicas. Eu comia alguma coisa de lá todos os dias, sem exagero, porque além de bom, é muito barato. Não sei como seria a minha vida sem essas lojas de conveniência durante minha viagem ao Japão. Saudades, konbinis! ♥
 
Veja o vídeo abaixo da Helô Dela Rosa fazendo um tour em um FamilyMart:



2. Limpeza

As ruas são impecavelmente limpas! Não se vê um pedacinho de papel caído no chão, e se visse, pode ter certeza que alguém vai recolher. Não necessariamente um gari, qualquer pessoa mesmo. Frequentemente se vê voluntários catando lixo pela cidade com suas pinças, dessas de cozinha. Quando eu ia para aqueles lugares turísticos lotados que se deve tirar os sapatos e entrar descalço (geralmente templos), já pensava “ih, vai sujar a minha meia”. Mas não, esses lugares talvez sejam até mais limpos que o chão do meu quarto!

3. Máquinas de bebidas e máquinas de restaurantes

As máquinas de bebidas estão em todos os cantos do Japão. Se você tiver umas moedinhas no bolso, nunca passará sede. Existe uma grande variedade de bebidas quentes e frias na mesma máquina, e dá vontade de sair experimentando tudo! Já as máquinas de restaurantes, você escolhe seu prato nessa máquina (quase sempre ilustrado com fotos), e ela te dá uma fichinha. Entrega-se essa ficha para o atendente e pronto, eles trazem sua comida. É ótimo para os turistas que não falam japonês (já que falar inglês não tem muita utilidade por lá). Lembrando que em restaurantes comuns muitas vezes não existe cardápio em inglês ou ilustrado, muito menos alguém que possa te ajudar traduzindo.

Veja o vídeo abaixo e saiba mais:



4. Metrô silencioso e ordenado

É proibido falar no celular dentro do metrô no Japão, deixando-o no silencioso o tempo todo. Também é proibido assistir vídeos ou ouvir música sem fone de ouvido. Para quem odeia barulho assim como eu, o metrô no Japão é um paraíso, principalmente em Tokyo! Na cidade de Kyoto é um pouco mais barulhento, talvez porque tem muito turista (muito mais que Tokyo). E além do silêncio, todos costumam ser bem educados. Esperam os passageiros saírem do vagão antes de entrar, sem empurra-empurra, formam filas, respeitam o espaço dos outros. É o máximo (igual aqui, só que não)! Na verdade eu só comecei a amar o metrô do Japão depois que voltei para o Brasil e enfrentei o meu primeiro horário de pico após voltar de viagem. Triste! 

5. Cultura da reciclagem

É incrível ver como a coleta seletiva funciona bem no Japão. Todo mundo separa tudo direitinho. Sabe o que é ir em um fast food e as pessoas jogarem canudinho e tampa num lixo, copo no outro e papel sujo no outro? Vi isso com meus próprios olhos! Pode parecer cansativo, mas para mim é maravilhoso! Confesso que às vezes achei confuso, pois existem muitas divisões para a separação, então não sabia onde descartar o lixo corretamente. Mas a divisão basicamente é: lixo queimável, lixo não-queimável e lixo reciclável (e aí entram mais divisões). Achei muito legal ver como o país lida tão responsavelmente com sua produção de lixo.

Veja o vídeo abaixo que fala um pouco sobre a separação de lixo no Japão:


6. Crianças independentes

É impressionante ver criancinhas, de uns 6 ou 7 anos, transitando no metrô e na rua sozinhas numa cidade enorme como Tokyo (e no Japão todo, na verdade)! É uma cena muito comum por lá vê-las indo para escola, para o treino de baseball ou apenas passeando em grupo com os amigos, comendo algodão doce, tomando sorvete etc., sem acompanhamento de um adulto. No metrô em Tokyo eu vi uma mãe com 2 filhos (4 ou 5 anos, no máximo) indo ao banheiro: ela, no banheiro feminino, e os 2 meninos foram sozinhos no masculino. Uma coisa que não é comum aqui na nossa cultura. Além de independentes, eu sinto que lá eles são livres!

Veja o vídeo abaixo que fala um pouco sobre as crianças independentes no Japão:



7. Custo da viagem

Quando eu comecei a planejar a minha viagem, ao contrário da fama que o Japão leva,  já tinha percebido que não era tão caro assim viajar para lá. A hospedagem custou o mesmo que eu já paguei na Europa, passagem aérea também (promocional, claro). Mas não esperava que o resto todo fosse tão barato: comer é barato, passear é barato... Claro que tem coisas caras também (como em todo lugar), mas eu que sempre viajo economicamente, sem luxos, posso dizer que o Japão é muito mais em conta do que se imagina. Dependendo do seu perfil, é até mais barato que viajar para a Europa!

8. Não existe só sashimi pra comer


Muitos brasileiros acham que comida japonesa é só sushi e sashimi. Quando eu falo que não como peixe cru, 80% das pessoas retrucam: “Ué? Uma japonesa que não gosta de comida japonesa?”. Aí nesse momento eu faço aquele clássico ROLLING EYES porque sashimi não é nem 1% de tudo o que a gastronomia japonesa oferece. Você não vai encontrar sashimi em todo canto no Japão, não são muitos restaurantes que servem. A comida típica, do dia a dia mesmo, é comida quente: lámen, udon, sobá, karê, peixe grelhado, carne de porco, arroz com alguma carne empanada. Amei tudo, claro!

9. Bicicletas

Ninguém fala sobre isso, mas é impressionante como o Japão parece Amsterdam no quesito “bicicletas”. Sem exagero, tem ruas inteiras com bicicletas estacionadas, principalmente perto de estações de metrô. E eu não vi ciclovia em lugar nenhum, mas dá tudo certo pois os ciclistas respeitam os pedestres e os carros, e todos respeitam os ciclistas. O mais impressionante é que a maioria das bicicletas que eu vi estacionadas estavam sem cadeado, ficam lá livres, leves e soltas! Mas roubos acontecem de vez em quando, não achem que é 100% seguro. Enfim, Japão também é o país das bikes, quem diria!

10. Os japoneses! 

Eu não esperava ser tão bem tratada no Japão, mesmo já sabendo das histórias sobre isso. Encontrei por lá pessoas extremamente educadas, que pensam no próximo e que fazem seu trabalho da melhor forma possível. É inacreditável como você é bem tratado em lojas, no transporte público, na rua, em todo lugar. Mas na verdade não é nada absurdo, é somente respeito pelo cliente e pelo próximo. Impressiona porque nós brasileiros não estamos acostumados com essa empatia e cidadania tão aflorada, infelizmente. Nas ruas ao pedir informação, todos eram solícitos e tentavam me ajudar, mesmo que não falassem inglês. Assim que cheguei em Tokyo, por exemplo, perguntei para uma moça onde eu poderia comprar a Suica (bilhete único de lá). Ela desceu comigo os 3 andares até a máquina e comprou para mim, também me ensinando como fazer! Depois disso, fui ao balcão de informações perguntar como poderia chegar ao meu hostel, a atendente não só ajudou como mostrou o caminho mais barato e escreveu um passo a passo do caminho, com horários dos trens e baldeações usando diferentes cores de caneta (oi?)! Tem noção? Já cheguei chocada com o tratamento! Outra coisa que eu achei legal é como os japoneses são amigáveis. No bar, por exemplo, ninguém fica só falando com seu grupinho, todos interagem entre si. O melhor do Japão, com certeza são os japoneses! 

Como eu disse no começo, o Japão é um outro planeta dentro deste planeta. Tem que ir lá ver com os seus próprios olhos, acho que não há nada parecido no mundo! Claro que o país também tem suas falhas, mas confesso que a lista de coisas que "odiei" é bem menor que a das coisas que eu amei (veja aqui a lista das 5 coisas que eu odiei no Japão). Só sei que é improvável não sair de lá encantado e querendo voltar o mais rápido que puder. Impossível não amar o Japão! ♥


Posts relacionados


5 Coisas Que Eu Odiei no Japão



Antes de mais nada, a lista de coisas que eu odiei no Japão na verdade é um odiei entre aspas. Nada do que eu não tenha gostado me fez realmente odiar o Japão. É só ver que a lista de coisas que amei é bem maior que a de coisas que eu odiei (leiam esse post: 10 coisas que eu amei no Japão). Mas também não existe lugar perfeito, não é? Essa lista tem as impressões de uma turista que viajou por apenas 3 semanas pelo Japão. Quem mora lá provavelmente deve ter ideias e questões diferentes das minhas, por isso é somente um ponto de vista pessoal, não uma crítica a esse país simplesmente INCRÍVEL!

Então lá vai a lista de coisas que eu odiei no Japão:

1. Cigarro e área de fumantes

No Japão as pessoas fumam demais! É permitido fumar na maioria dos lugares fechados, e mesmo se existe uma área para fumantes no ambiente, às vezes é só um espaço separado por uma linha no chão. Então aquele "futum" de fumaça se espalha no local. Eu, não fumante que detesta cheiro de cigarro, sofri! Imagina entrar em um Burger King, por exemplo, e sentir aquele cheiro horrível de cigarro? É muito estranho! Os fumantes devem amar, mas eu detestei! Foi a coisa que menos gostei no Japão.

2. Ausência de latas de lixo

É difícil encontrar latas de lixo nas ruas do Japão. A maioria dos japoneses guardam seus lixos o dia todo para depois descartar na lixeira adequada. Lá, tirando os orgânicos, tudo é reciclado, tudo mesmo! E todos seguem as regras da coleta seletiva e separam certinho. Então, no final das contas, esse item é daqueles que você ama e odeia ao mesmo tempo! É uma questão de costume, e é importante se adequar a cultura do país em que você está. Mas não tem como negar que não é muito conveniente ficar carregando seu lixo o dia todo quando se está viajando.

3. Placas na rua

É muito raro encontrar placas com o nome das ruas, nem em alfabeto romano, nem em japonês. Eu só vi placas (em romano) em Kyoto, mas somente para as avenidas principais. Como fazer para saber qual o nome da rua que você está? Impossível se localizar sozinho. O que eu fazia era sempre ter um mapa nas mãos e me guiar por ele. Ou, se eu continuasse perdida, procurava um wi-fi pra me encontrar no Google Maps.

4. Banheiros sem papel para enxugar as mãos

A maioria dos banheiros públicos no Japão, seja na rua, shoppings ou restaurantes, não tem papel nem secador para enxugar as mãos. Resultado: você sai com as mãos pingando mesmo! Acho que por isso todo mundo anda com lencinhos de papel de bolso por lá.

5. Distância e fuso

Japão, porque tão longe? Detesto essa distância tão grande entre o Brasil e o Japão. O voo é cruel (ainda mais com conexões longas), o fuso é cruel, a adaptação é cruel, não é fácil. Levei mais de uma semana para me adaptar ao fuso quando eu cheguei lá. Para se ter ideia, eu sentia sono super cedo, umas 20h já ia deitar, e acordava todos os dias sem despertador lá pelas 6h da manhã. Horrível! Na volta ao Brasil foi bem pior, eu não conseguia me manter acordada durante o dia na primeira semana! Além disso, por ser tão longe, a passagem é uma das mais caras. Se fosse mais perto acho que eu voltaria todo ano, haha. Porque tããão longe?

E no final das contas, mesmo odiando isso tudo, é impossível não amar o país do Sol Nascente.

quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

Nova York no Inverno: Dicas de Passeios

O que fazer em Nova York no inverno? Tudo! Faça absolutamente tudo o que você faria em outra estação, mas com aquele toque especial de neve e/ou frio te acompanhando.

Porém, antes de planejar o que fazer, pense em se proteger do frio. A mínima de temperatura que peguei lá foi -7ºC. Não é o pior dos mundos (eles dizem), mas imagine para quem estreou pela primeira vez na neve, como eu. Garanta na sua mala um bom casaco de inverno impermeável/corta-vento, roupas "segunda pele", roupas térmicas (até meias), roupas de lã (ou que imitem lã), botas ou tênis impermeáveis, luvas, cachecol e touca. E repita roupas, não precisa exagerar na bagagem.

Particularmente, viajar para Nova York no inverno foi muito marcante para mim por dois motivos: era minha primeira vez visitando Nova York e também era a minha primeira vez vendo a neve caindo. Sim, foi mágico! Por muitas vezes me vi dentro de cenas de filme, e outras nem tanto (como quando eu literalmente caí na real ao pisar na neve derretida e escorreguei na escadaria do metrô, ficando com o traseiro roxo).

Mas o que fazer mesmo em NYC no inverno?

Listamos abaixo alguns lugares imperdíveis que você deve ir. Confira!

Patinação no Gelo
Um clássico do inverno no hemisfério norte. Aproveite que está em NY e dê vexame (ou show) na patinação!

O famoso Rockfeller Center
Fonte: Tripadvisor | Usuário: Bernd S



A mais famosa pista de Nova York e do mundo. Confira as informações para esta temporada (via Visite Nova York e Dicas Nova York):
- Temporada: 7 de outubro de 2017 até abril de 2018
- Horário de abertura: as sessões de patinação duram 1h30, começam a partir das 8h30 da manhã e vão até a meia-noite.
- Valores: U$25 a U$35 para adultos e U$15 para crianças (até 11 anos). Aluguel de Patins: U$12.
- Localização: 45 Rockefeller Plaza.


O popular (e gratuito) Bryant Park
Maior que a pista da Rockfeller e com entrada gratuita, Bryant Park fica próximo da Times Square. Confira as informações para esta temporada (via Visite Nova York):
- Temporada: 28 de outubro de 2017 até 4 de março de 2018.
- Horário de abertura: diariamente das 8h às 22h.
- Valores: entrada gratuita. Aluguel de patins: U$25.
- Localização: 42nd Street (entre a 5th Avenue e a 6th Avenue).

As pistas do Central Park
Fonte: Tripadvisor | Usuário: Evelinconte

Quer patinar no Central Park? Vá até o rinque de patinação Wollman Rink. Confira as informações para esta temporada (via Visite Nova York):
- Temporada: 23 de outubro de 2017 até o 28 de fevereiro de 2018.
- Horário de abertura: Segunda e terça: 10h – 14h30 / Quarta e quinta: 10h – 22h / Sexta e sábado: 10h – 23h / Domingo: 10h – 21h
- Valores: U$12 de segunda a quinta / U$19 de sexta a domingo e feriados.
- Localização: 62nd Street (ao lado da Fifth Avenue - lado leste - do Central Park). 

Mais para a direção norte do parque, existe o rinque Lasker Rink (que no verão se torna uma piscina pública). Confira as informações para esta temporada (via Visite Nova York):
- Temporada: final de outubro de 2017 até meados de março de 2018.
- Horário de abertura: Segunda, Terça, Quinta: 9h30 - 16h / Quarta: 9h - 14h30 / Sexta: 9h30 - 14h50 e 18h - 23h / Sábado: 13h - 23h / Domingo: 12h30 - 16h30.
- Valores: U$8 para adultos e U$4 para crianças. Aluguel de patins:U$7.
- Localização: Central Park, altura da 107th Street, lado leste do parque (Fifth Avenue).

Comer
Comer no inverno requer coisas mais gordinhas e saborosas. Por isso listei aqui somente as delícias fat que experimentei por lá (também tem uma opçãozinha fit lá embaixo, vai)!

Max Brenner [chocolateria]
Fonte: Tripadvisor | Usuário Demetra Cyprus
Max Brenner é uma rede mundial de restaurante especializado em chocolate (que também servem refeições e lanches). Destaque para o fondue e pizza com marshmallow.
Endereço: 841 Broadway Street.

Hometown Bar-B-Que [churrasco]
Fonte: Tripadvisor | Usuário Mfsnyder11050

Restaurante rústico no bairro do Brooklyn, com chopp artesanal e Brooklyn style barbeque (churrasco de bacon e costela defumados). Também existem opções gluten free e vegetarianas.
Endereço: 454 Van Brunt Street, Brooklyn.

Chelsea Market [mercado/feira]
Um enorme e charmoso galpão com vários tipos de restaurantes, snacks rápidos, feira e lojinhas com acessórios para cozinha.
Endereço: 75 9th Avenue.

Gray's Papaya [hot-dog]
O mais famoso e saboroso hot-dog de Nova York (não que eu tenha comido todos, mas é o que dizem). Salsicha estilo Frankfurter assada na hora. O lugar é simples, sem cadeiras e mesas. Combo refri+dog por apenas U$ 5,99!
Endereço: 2090 Broadway Ste 1.

Shake Shack [hamburgueria]
Famosa rede de fast food com hambúrgueres e fritas muito saborosos! Destaque para 'Shroom Burger, hambúrguer de cogumelo portobello empanado recheado com queijo. Ah, serve-se chopp!
São 10 lanchonetes em Nova York, confira clicando aqui.

Katz's Deli [lanches]


O clássico sanduíche de pastrami dá a fama ao local. O restaurante também é lembrado pela cena abaixo do filme Harry e Sally. De fato tem uma indicação na mesa em que eles se sentaram. Você ousaria reproduzir esta cena? Se sim, me chame.
Endereço: 205 E Houston Street.



Artichoke Basille's Pizza
Fonte: Tripadvisor | Usuário Federica C

Pizza vendida inteira ou em pedaços e sinceramente, uma das mais saborosas que já provei. Experimente a deliciosa pizza de alcachofra, que dá nome ao local.
Vários endereços, confira aqui.

Fairway Market e Whole Foods Market [mercados]
Se quiser consumir comidas saudáveis, prontas ou para cozinhar onde está hospedado, estes dois mercados têm ótimas opções. Veja os endereços nos respectivos sites.

Flanar
O famoso "dar uma rodada por aí", "bater perna". Por isso, agasalhe-se bem e bora flanar!

Central Park
Central Park coberto de neve pode ser um passeio de um dia inteiro se você parar para admirar as vistas, os esquilos, os lagos, os pontos turísticos. Realmente inspirador! Provavelmente você passará mais de uma vez por lá.

Andar de bicicleta por Nova York

Tenha um cartão de crédito em mãos e alugue uma bike nessas máquinas espalhadas pela cidade. Nova York não é um lugar bike friendly (ciclovias são bem limitadas), mas os motoristas new yorkers são muito cordiais com o povo de duas rodas. Passeio altamente recomendado em dias que não estejam nevando!

Brooklin Bridge


Atravessar a pé a clássica ponte que liga o distrito de Brooklyn com Manhattan é inesquecível. Vá sem pressa e curta todo o rush e vista da cidade. Eu fui apenas à noite, mas gostaria de ter ido durante o dia também. Faça isso por mim!

Bairro Red Hook [Brooklyn]
Red Hook é um bairro revitalizado do Brooklyn, sendo hoje um lugar charmoso, com ótimos lugares para comer e beber (Hometown Bar-B-Que, por exemplo). Passeie pelo píer do canal Red Hook, de lá é possível observar a Estátua da Liberdade.

Times Square


Parada obrigatória, seja de dia ou de noite! Perca horas assistindo os luminosos do quarteirão. E provavelmente você passará muitas vezes por lá na sua visita.

Wall Street


Wall Street é o coração do distrito financeiro de Nova York, onde está localizada a Bolsa de Valores. Lá você pode visitar o Trump Building, a Igreja Trinity, tirar foto com as estátuas da menina que encara o Touro (Fearless Girl Statue) e o próprio Touro de Bronze. Tem até fila para alisar as "partes" do bicho, que dizem que traz sorte!

Memorial 11 de Setembro
O local fica próximo a Wall Street. Possui dois memoriais idênticos (um para homenagear as vítimas de cada torre) e um museu sobre o fatídico dia que mudou a cidade e o mundo.
Endereço: 180 Greenwich Street.

Chinatown
Um bairro inteiro com lojas, mercados e restaurantes orientais, mas também com muitas bugigangas. Dica: compre lá souvenirs para presentear os amigos, é muito mais em conta.

Biblioteca Pública de Nova York
Icônica obra da arquitetura nova iorquina, é uma das mais marcantes e importantes bibliotecas do mundo. Seu prédio também faz parte de cenas de filmes e séries americanas, com destaque para o filme O Dia Depois de Amanhã. A Árvore de Natal montada no hall da biblioteca soma ao charme de suas escadarias, paredes e chão de mármore.
Endereço: 476 5th Avenue.

Grand Central Terminal
Também muito familiar pelos filmes e séries, a Grand Central vai além de uma estação de metrô/trem. É um grande complexo de compras e gastronomia, além de um ponto turístico com arquitetura marcante.
Dica: Procure pela Whispering Gallery (Galeria do Sussurro). Esta galeria possui uma propriedade acústica interessante: quando duas pessoas estão em arcos diagonais (uma pessoa em cada ponta) e sussurram para a parede, elas podem "se ouvir" perfeitamente. Não há sinalização, mas é localizado em frente ao Oyster Bar & Restaurant.
Endereço: 89 e 42nd Street.

Passeios Pagos
Museu da História Natural


O museu também é velho conhecido nosso pelos filmes e séries, com destaque para o Uma Noite No Museu. O acervo passa por bonecos simulando povos antigos e atuais, fauna e flora de todos os tipos, além de peças históricas da humanidade.
Endereço: Central Park West & 79th Street.

Empire State Building


Nova York tem algumas opções de observatórios (veja aqui), mas optamos pelo Empire State para também visitar o lendário prédio por dentro. Não me arrependi da escolha porque além de ser o mais alto, a experiência é inesquecível: a arquitetura retrô, as peças de museu e fotos que contam mais sobre a história da construção e claro, a vista, valem muito a pena!
Endereço: Central Park West & 79th Street (Upper West Side)

Espetáculo O Rei Leão na Broadway
Ir a um espetáculo na Broadway é quase um dever em alguma das suas idas para Nova York. Prepare seu bolso porque é um investimento alto (ainda mais que também existem alguns fatores convincentes lá dentro como drinks, pipoca, souvenirs etc.).
O espetáculo escolhido foi O Rei Leão e não poderíamos ter acertado mais! Encantador e surpreendente do começo ao fim.
Dica: procure os postos da TKTS para ingressos mais baratos na Broadway. Claro que depende da peça, de horários e dias (e da sorte também).
Endereço: 200 W 45th Street (Minskoff Theatre).

Comprar
As dicas abaixo são do post da Joyce Ramos. Você pode conferí-las por completo clicando aqui:

Woodbury Common Premium Outlets
Outlet a céu aberto, com uma linda vista para as montanhas e com mais de 200 lojas de marcas famosas fica em upstate New York, cerca de 1 hora de distância de Manhattan.
Endereço: 498 Red Apple Court, Central Valley-NY.

Jersey Gardens [outlet]
Outlet coberto estilo shopping, não tão grande quanto o Woodbury mas também dá para passar o dia fazendo compras. Fica localizado na cidade de New Jersey.
Endereço: 651 Kapkowski Road, Elizabeth-NJ.

Target [loja de departamento etc.]
A Target funciona como um hipermercado, com cara de loja de departamento, toques de loja de brinquedos, farmácia, eletrônicos e muito mais. A melhor de NY fica no Brooklyn.
Endereços: Atlantic Terminal, 139 Flatbush Avenue (Brooklyn) / East River Plaza, 517 East 117th Street (Harlem).

Macy's [shopping]

A maior loja do mundo é a preferida dos turistas em NY. Ao entrar, procure o balcão de atendimento e peça um mapa. 
Endereço151 West 34th Street

Walgreens/CVS/Duane Reade [farmácias]
Misto de farmácia com supermercado, livraria e todas as conveniências necessárias. Walgreens e CVS estão presentes em todo o território americano, já a Duane Reade só tem em NYC. Você com certeza vai se deparar com muitas espalhadas por Manhattan. E a maioria delas fica aberta 24 horas.

Toys"R"Us [loja de brinquedos]

Loja de brinquedos na Times Square. Todos enlouquecem com a roda gigante bem no meio da loja, com os rugidos do Tiranossauro Rex animatrônico, com a casa da Barbie em tamanho real e as demonstrações ao vivo das novidades no mundo dos brinquedos.
Endereço: 1514 Broadway com 44th Street

UNIQLO [loja de roupas e acessórios]
Marca japonesa básica e moderna, a UNIQLO tem peças com tecidos ultra tecnológicos para esportes ou proteção do frio.
A loja possui vários endereços na cidade, confira clicando aqui.

MoMA Design Store [loja de souvenirs]
Esta é para os fãs de design, com uma variedade incrível de acessórios, utilidades domésticas, decoração, papelaria e presentes super criativos, inteligentes, originais. O valor de todas as vendas é destinado para o apoio de projetos do Museum of Modern Art.
Endereço: 81 Spring Street (SoHo).


Gostou da dicas? Tem mais alguma para compartilhar com a gente? Deixe seu comentário!

quarta-feira, 11 de outubro de 2017

Turismo na Jamaica: Resort, Passeios, Dicas e Curiosidades

Fazendo um pequeno resumo, a Jamaica é uma ilha pertencente à região do Caribe, e fica logo abaixo de Cuba. De colonização britânica, este país faz parte da Commonwealth, ou seja, o país é reinado pela Rainha Elizabeth II.
Apesar da capital ser Kingston, o aeroporto que mais recebe turistas é o de Montego Bay. E foi de lá que parti para Ocho Rios, onde tive minha primeira experiência em Resort All Inclusive (o que já teve suas particularidades). Além disso, fiz passeios e descobri algumas curiosidades sobre o país. Vamos conferir?

Experiência no Resort

ClubHotel RIU Ocho Rios






















Eu não sei se é assim em todo o Caribe, mas na Jamaica os resorts mais parecem uma extensão dos Estados Unidos. Só dá americanos! Seria por que os jamaicanos também falam inglês? Tenho quase certeza que sim.
E como os resorts de lá sabem disso, eles fazem tudo para agradar seu maior público. Ou seja, se você quiser ver uma bela apresentação de dança e música jamaicana dentro do resort, é melhor desistir. Tudo gira em torno dos americanos, desde o entretenimento até o café da manhã, com todas aquelas delícias gordas que só os yankees comem quando acordam.
Reservamos o resort ClubHotel RIU Ocho Rios com aéreo incluso pela empresa Cheap Caribbean (com saídas apenas dos Estados Unidos).
Apesar de lá ser inverno no fim do ano, tivemos temperaturas agradáveis entre 20 e 30 °C. Porém também pegamos chuva, um inverno similar ao do litoral do nosso Nordeste.
A praia que está o resort é praticamente privativa. O acesso pode ser feito diretamente pelo resort, mas não exclusivamente.
O sistema é all inclusive para bebidas e refeições. E é aquilo que já se imagina: encantador nos primeiros dias, e angustiante nos últimos, pois nesta altura você já estará louco por um temperinho diferente.

Passeios
Um fato quando se escolhe ficar em Resort All Inclusive é que não se sai muito para passear. Eis a questão de quem viaja para descansar e quem viaja para cansar. O meu perfil é mais o segundo, mas não vou negar que foi bom relaxar olhando para o mar do Caribe sem pensar em nada, com uma piña colada numa mão, e um franguinho na outra.
De qualquer forma, fechamos 3 passeios para uma semana e listei-os aqui abaixo. Também enumerei os que não fizemos, mas que ficaram na lista para uma próxima oportunidade (sim, quero ir de novo)!

The Bob Marley Museum (Nine Mile)

Mausoléu do Bob Marley


Existem dois museus do Bob Marley na Jamaica, um em Kingston e outro em Nine Mile. O de Nine Mile tem um significado especial: foi lá onde ele foi criado e é onde está enterrado. A casa em que nasceu e cresceu, além do mausoléu com seu imponente túmulo de mármore, ficam dentro deste grande complexo que ainda conta com bares, lojas e outros ambientes.
Dica: a estrada para chegar lá é bem perigosa, como a maioria na Jamaica. Melhor contratar alguém para levar e trazer.
Ah, é permitido fumar lá dentro, se vocês me entendem.

Blue Lagoon (Port Antonio)

Eu sendo turista-trouxa no passeio de balsa de bambu. Mas valeu pelas fotos :)



Importante ponto turístico, devido à beleza da lagoa e por também ser uma das duas locações usadas no filme A Lagoa Azul.
A água tem tons incríveis de azul, diferentes temperaturas e também alta densidade, o que dificulta mergulhos mais profundos.
Chegando na região, empurram um rápido passeio de balsa de bambu (80 dólares por balsa - 2 pessoas no máximo). Se você quer poupar seu rico dinheirinho e souber nadar, pode atravessar a lagoa até a faixa de areia do outro lado e aproveitar a paisagem, que é de tirar o fôlego. 

Dunn's River Falls and Park (Ocho Rios)


TripAdvisor / User @Eaglet64



O parque que une cachoeira e praia no mesmo lugar. A principal atração é escalar a imponente cachoeira do rio Dunn, que deságua no mar.
Pode-se ir com ou sem guia, mas o valor do serviço do guia é bem barato e vale a pena para se sentir mais seguro, já que se sobe em equipe e de mãos dadas.
Se tiver, leve seu water shoes (sapatilha aquática) ou alugue por lá.

Rainforest Adventures Jamaica - Mystic Mountain (Ocho Rios)


Apesar de ser praticamente do lado do resort em que estava, não consegui visitar este parque. :(
As principais atrações são o teleférico que leva até o alto da montanha, e o bobsled, estilo uma montanha-russa sem máquinas que cruza a floresta (este que Glória Maria andou e virou um meme incrível).

The Glistening Waters - Lagoa Luminosa (Falmouth)
A Luminous Lagoon tem um fenômeno natural muito particular: à noite, ela se ilumina com um azul fluorescente conforme a água é movimentada. Por U$ 25, você pode ir de barco passear pela lagoa. Nesse passeio também é possível nadar e ver toda a mágica acontecer!
PS: Dê um Google para ver as fotos da lagoa. Como não cheguei a ir lá, não consegui pegar nenhuma foto autorizada sem que turistas estejam nela. =/

Rick's Cafe (Negril)

TripAdvisor / User @Scott_W



Bar em Negril com música ao vivo e vista privilegiada para o pôr do sol no mar. Localizado em um penhasco, os visitantes mais corajosos ainda podem pular diretamente na água e nadar sem sair da área do bar.

Mais informações e cuidados na Jamaica

O que o brasileiro precisa para entrar na Jamaica?
Somente um passaporte válido e vacina da febre amarela (veja aqui onde se vacinar em SP Capital). Não precisa de visto.

Temperatura
Site: guiaviagem.org

Moeda
A moeda local é o Dólar Jamaicano, mas não tem necessidade de trocar, principalmente se sua vivência será maior parte dentro de resort. Fomos somente com Dólar Americano e foi suficiente. Porém sentimos falta em ter o dinheiro local para comprar uma cerveja num barzinho local, por exemplo. Nosso motorista nos ajudou na "conversão".

A maconha é legalizada?
Por mais estranho que pareça, não. No resort eles dão até um recadinho em papel lembrando disso, que apesar da fama da Jamaica, a maconha não é legalizada para uso recreativo.
Não que seja difícil de achar, muito pelo contrário. Mas lembre-se que sendo proibido, pode haver consequências se você for pego fumando ou comprando. Então é por sua conta e risco, ok?

A pobreza e violência
Saindo da bolha do resort é que se cai na realidade: a Jamaica é um país muito, muito pobre. É muito comum ver crianças de todos os tamanhos pedindo dinheiro, principalmente em Nine Mile.
Saímos para os passeios somente com um motorista local, porque os relatos sobre violência lá são constantes. Mas isso não é impedimento de se fazer passeios sozinhos ou se hospedar em outros lugares. Já sabemos de muita gente que faz mochilão por lá e, tendo os devidos cuidados e informações, com certeza é uma ótima experiência para ficar mais perto da rica cultura jamaicana e do seu povo.

Assédio e machismo
Vivemos e observamos algumas experiências de machismo na Jamaica. O assédio (fora de ambientes de hospedagem) é grande, mesmo estando acompanhada. Se você for mulher e pretende ir para a Jamaica, é melhor ter isso em mente (infelizmente).

Preços abusivos para turistas
Cada passeio é um susto para o seu bolso. Talvez também por isso não conseguimos fazer muita coisa. Em um país tão pobre onde uma das principais fontes de renda é o turismo, os valores dos passeios estão bem acima do que você pagaria normalmente. Esteja preparado com dólares na carteira, e pechinche o quanto puder.
Além disso, não compre nada que está sendo empurrado para você. Lá tem muito disso e a sensação é de estar sendo extorquido.


Com tudo dito, posso finalizar aqui que vale muito a pena visitar a Jamaica! Sua natureza, história, cultura e povo definitivamente se destacam no Caribe e no resto do mundo. :)

quarta-feira, 23 de agosto de 2017

Como tirar visto de turismo para o Japão

Foto: Rafael Helfstein






Está planejando uma viagem ao Japão? Então não se esqueça de tirar o visto japonês!
Mas não se assuste, o processo de solicitação de visto de turismo é muito mais fácil e menos burocrático que o visto americano, por exemplo. Por isso mesmo não é necessário contratar agência pra fazer isso, mas caso você resida em uma cidade que não tenha um consulado ou embaixada japonesa por perto, é válido contratar uma agência para não precisar ir pessoalmente fazer a solicitação.

Apesar do processo de pedido de visto de turismo ser super fácil e rápido, o consulado é exigente quanto aos requisitos. Por isso, leve tudo que eles pedem, do jeito que eles pedem.
Se estiver faltando algo, tiver algo fora do padrão ou acharem que você não comprovou que tem condições para dar entrada, eles simplesmente não aceitam seus documentos e pedem para retornar com os documentos corretos ou comprovantes adicionais. Eu mesma levei tudo bonitinho, mas como sou autônoma, pediram mais documentos para comprovar que eu não tinha apenas bens, mas também rendimentos mensais. Voltei outro dia levando o que pediram e deu tudo certo! 

Mas vamos ao passo a passo:

1. Planeje, compre e reserve sua viagem
Antes de solicitar o visto é importante saber que, depois que o visto é emitido, você tem 3 meses para entrar no Japão. Então não adianta tirar com muita antecedência. Além disso, você precisa já ter tudo comprado e reservado antes de tirar o visto, como: passagem aérea emitida, roteiro decidido, reservas de hospedagem feitas e documentos todos em mãos. A duração do visto depende de quanto tempo você vai ficar no Japão. Eu recebi o visto de de 30 dias (mas ficarei 20). De qualquer forma, o limite de visto de turismo é de 90 dias. Lembrando que cada visto comum é válido para somente 1 entrada, então se você pretende sair e entrar novamente no Japão na mesma viagem, você deve tirar o visto de múltiplas entradas.


2. Separe os documentos
Apresente todos os documentos da lista abaixo em formato A4, sem impressão no verso. Também preencha o formulário de forma legível, de preferência em letra de forma.

  • Passaporte com data de expiração maior que 3 meses (original)
  • Formulário de solicitação de visto (assinado como no passaporte). Baixe aqui.
    - Menores de 18 anos: assinatura do responsável + cópia do RG do responsável
  • 1 foto 4,5 x 4,5 ou 3 x 4 nítida e recente 
  • Carteira de Identidade RG ou RNE (cópia simples) 
  • Passagem de ida e volta ou print de reserva de todos os trechos 
  • Cronograma de viagem. Baixe aqui
  • Comprovante de renda: Imposto de Renda Pessoa Física (todas as páginas, inclusive o recibo de entrega) e extratos bancários dos 3 últimos meses (conta corrente, poupança, investimentos)
    - Dependente de pais, filhos ou cônjuge: comprovante de renda do financiador da viagem e documento que comprove a relação familiar (cópia simples) 

DICAS:
Formulário: em nomes e endereços de onde pretende ficar, escreva só o primeiro hotel. 
Cronograma: coloque as datas, cidades, endereços completos e telefone de onde você vai ficar durante a sua viagem. Ex.: 01/01/18 | Tokyo | Hotel X, Endereço, Tel: 0000-0000


3. Solicite o visto
Com todos os documentos necessários em mãos, compareça no consulado de segunda, quarta ou sexta-feira, das 9h às 12h. Não é necessário agendamento para isso, o atendimento é feito por ordem de chegada. Você deve ir pessoalmente fazer a solicitação e a retirada, mas também são permitidos que parentes de primeiro grau (pais, irmãos, cônjuges) com documento que comprove o parentesco, façam isso por você.


4. Retirada do visto e pagamento
O visto geralmente fica pronto em 2 dias úteis. A retirada é feita de segunda a sexta-feira, das 14h às 16h, no mesmo lugar. Na hora de retirar você deve pagar a taxa em dinheiro, que hoje é de R$ 97 (para saber o valor atualizado da taxa, clique aqui). Se a sua viagem inclui Okinawa no roteiro, você fica isento do pagamento da taxa consular se apresentar documento que comprove (passagem aérea ou reserva de hotel). 

DICA (para o consulado de São Paulo): 
Se chegar antes do horário, tanto pra solicitar quanto pra retirar o visto, avise na recepção que eles darão uma senha para atendimento por ordem de chegada, para fazer seu cadastro de entrada no prédio. De qualquer forma, eles começam a liberar a entrada pontualmente às 9h ou 14h, mas pelo menos sua espera será menor.


Tudo certo? Está com o visto na mão? Agora é só fazer a mala e boa viagem! 
Gokigen yo sayonara!

segunda-feira, 19 de junho de 2017

Roteiro: o que fazer em Mainz (Alemanha) em 1 dia

Eu tinha muitas opções de cidades próximas a Frankfurt para um bate-volta, mas decidi ir para Mainz somente porque era a cidade natal de Johannes Gutenberg e onde tem um museu dedicado a ele. Um nome muito comum pra quem é designer como eu, mas nem todos sabem quem foi esse cara. Gutenberg é o inventor da prensa móvel e é considerado o pai da imprensa. Você talvez não esteja muito interessado em prensas e processos de impressão, mas posso falar que Mainz é muito mais que seu filho ilustre. A cidade também é conhecida como “a capital do vinho”, além de já ter sido um antigo forte romano no século 1 a.C. (até hoje podem ser vistas algumas ruínas dessa época na cidade). Qualquer que seja seu motivo, Mainz é um lugar incrível que vale a pena visitar!





Como chegar

Mainz é perfeito para um bate-volta a partir de Frankfurt. O jeito mais fácil de se chegar lá é indo de trem. O trajeto leva menos de 40 minutos e os trens partem mais ou menos a cada 15 minutos da estação central de Frankfurt.

O que fazer

Mainz é uma cidade muito pequena, em metade de um dia dá para ver todos os ponto turísticos da cidade, e todos eles ficam próximos da estação de trem, então pode se fazer tudo a pé.


Gutenberg Museum

Foto (esquerda): Willi Heidelbach (Wikipedia)


O museu é dedicado ao Johannes Gutenberg, o cara que me fez vir pra essa cidade! Apesar de ser dedicado a ele, o museu engloba não somente esse tema, mas toda a história da tipografia ao redor do mundo. Quer saber mais sobre o Gutenberg e sobre o museu? Veja essa matéria da DW que explica melhor.


Dom St. Martin (Catedral de Mainz)

A Catedral St. Martin é o ponto turístico principal da cidade. Ela é uma das igrejas mais antigas da Alemanha, sua construção teve início em 975 d.C.

Augustinerkirche

Essa igreja barroca começou a ser construída em 1768 e todo seu interior ainda é original dessa época, incluindo o órgão e o incrível afresco do teto.


Augustiner Straße


A Augustiner é uma rua pedonal cheia de lojas, restaurantes e bares de vinho. E a cada esquina, você encontra uma ruazinha mais bonita que a outra!


Kirschgarten




Na área da Kirschgarten, além estar rodeado por várias construções tradicionais super charmosas, aqui você encontra várias lojinhas e cafés. É uma das áreas mais fotografadas de Mainz.


Markt (praça central)


Essa pracinha central é cercada de construções antigas, e em alguns dias da semana acontece uma feira livre.


E não é que a terra do Gutenberg (e do vinho) é incrível? É um bate-volta imperdível, aproveite!

segunda-feira, 22 de maio de 2017

Fim de Semana em Gonçalves – Minas Gerais

O frio chegou pra ficar aqui no Sudeste do Brasil, e quem é de São Paulo já começa a planejar uma visita a Campos do Jordão. Mas que tal fugir desse badalo todo e ir para uma cidade tão charmosa e encantadora quanto?
Estou falando de Gonçalves, uma cidade do sul de Minas Gerais, localizada na Serra da Mantiqueira, assim como Campos do Jordão. :)

Detalhe de uma ruazinha de Gonçalves



Imagina uma cidade pequena, aconchegante, clima ameno (em setembro, mês que fui), com um comércio todo fofo e peculiar pronto para atender seus turistas e moradores; some isso a cachoeiras e paisagens maravilhosas e à fantástica gastronomia e doces mineiros, cachaça e cerveja produzida na Serra da Mantiqueira! Ai, que vontade de voltar.
Separei algumas dicas abaixo pra vocês, confira!


Hospedagem | Pousada Cabanas no Mundo
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A paz de se hospedar na serra :)


Em Gonçalves existem muitos hotéis e pousadas localizados nas montanhas. Por isso é aconselhável ir de carro, caso queira viver toda a experiência da Serra. Escolhemos ficar na Pousada Cabanas no Mundo (reservas via Booking.com) por seus muitos atributos: cachoeira dentro da propriedade, chalés bem separados uns dos outros e bem decorados com temas de países, ofurô com vista para a montanha, lareira, café da manhã maravilhoso e muito mais.
Lugar romântico, com privacidade total e atendimento maravilhoso do casal Cláudio e Kátia. Tenho certeza você passará mais tempo na pousada do que passeando.
Mais informações: www.cabanasnomundo.com.br


Restaurante | Janela com Tramela

Foto Esq.: TripAdvisor (usuária Sandra M.) | Foto Dir.: TripAdvisor (usuária Taíssa M.)



Como ninguém é de ferro, precisávamos almoçar e a escolha de Janela com Tramela foi certeira. Comida mineira da mais alta qualidade à la carte, com cachacinha de banana e cervejas especiais da Serra. No dia que fomos não tinha som ao vivo, mas rolam umas apresentações por lá.
Mais informações: www.visitegoncalves.com.br


Passeio | Pedra Chanfrada

Por trás desse sorriso existe uma pessoa sedentária que escalou quase 2 km de subida íngreme!








Chegar ao topo da Pedra Chanfrada não foi tarefa fácil para mim, uma sedentária convicta (porém não orgulhosa). Mas valeu a pena, olha esse visual que lindo! Perfeito para parar, admirar e revigorar as energias. A trilha é tranquila, vi algumas famílias (com senhores e crianças) também subindo a pedra.
Mais informações: www.visitegoncalves.com.br


Restaurante | Ao Pé da Pedra

Foto: TripAdvisor (usuário ThBenedicto)


Este restaurante fica literalmente ao pé da Pedra Chanfrada. Mas não caia na tentação de comer antes de subir, porque nesse restaurante é impossível não comer até sair rolando! Tudo é incrivelmente delicioso, combinando a comida mineira caseira direto do fogão com o "coma o quanto quiser". Que vontade de me teletransportar pra lá agora!
Mais informações: www.visitegoncalves.com.br


Casa de Chá | Amoreria

Foto: TripAdvisor (usuária Priscila S.)

Casa de chá de boneca, a Amoreria é aquele sonho de menina que se transforma em realidade. Tudo decorado com cores suaves entre azul e rosa, tule, cadeiras de coração, um ambiente muito aconchegante com atendimento impecável. Além do serviço de chá, café, bolos e salgados, eles contam com uma loja de ervas, aromas e objetos de decoração.
Mais informações: www.tripadvisor.com.br


Sorveteria | Amama



Fica bem do lado da Amoreria, então a parada é dupla!
No Amama eu experimentei o sorvete mais diferentão da minha vida! Também, não é de se surpreender: o dono, Jay, é um árabe/alemão (ou algo assim) que viajou o mundo e se fixou em Gonçalves. Lá é tudo feito à mão, com produtos orgânicos e opções veganas. Este da foto ele mesmo recomendou, é o sorvete de Massala. Lembro do sabor bem marcante de especiarias, noz moscada e gengibre numa casquinha de fubá orgânico e linhaça.
Mais informações: www.tripadvisor.com.br


Loja de Móveis | Toque de Minas

A última parada foi nessa loja de móveis de madeira maravilhosa que entrega pra São Paulo se a peça for grande. Compramos dois bancos que felizmente couberam no carro. :)
Mais informações: www.toquedeminas.com.br


Como dá pra perceber, um fim de semana talvez seja pouco para aproveitar tudo o que Gonçalves pode oferecer. Eu, por exemplo, só visitei uma cachoeira (a da pousada) e só fiz uma trilha (Pedra Chanfrada). Se quiser aproveitar tudo, sugiro que vá em um feriado prolongado. Mas se quiser ir passar um friozinho bom da Serra, com esse clima todo especial, faça como eu e passe um fim de semana muito agradável por lá. Boa viagem!

terça-feira, 28 de março de 2017

Pagar com boleto bancário no Airbnb? Leia antes de alugar.

Este post é uma colaboração do nosso amigo Beto Rando, que alugou um apartamento no Airbnb pela primeira vez e se deparou com muitas dúvidas e poucas informações. Por isso, ele resolveu ajudar outras pessoas que possam ter o mesmo problema. Confira a super dica para que sua experiência com o Airbnb seja mais fácil e prática!





"Desde 2015 o Airbnb permite que brasileiros paguem a estada de outras formas, entre elas o famoso boleto de débito. Esse último era a escolha que eu e minha mulher tínhamos feito, afinal temos dinheiro na conta e não limite no cartão de crédito.

Estávamos fechando uma viagem para Nova York. Compramos as passagens. Passamos a manhã do sábado escolhendo o apartamento no Airbnb. E, na hora de pagar, a Lei de Murphy chega junto e mostra que quando alguma coisa pode dar errada, ela não só vai dar errado, como vai falhar miseravelmente e com as piores consequências.

Eram 17h do sábado quando terminamos de acertar os detalhes com o casal de proprietários e eles nos enviaram um convite, uma espécie de Reserva Instantânea. Foi aí que, puf, a opção de pagamento com boleto bancário sumiu.

A explicação que está no site é uma b*sta. Ela não deixa claro quais são as regras para pagamentos com boleto, por isso vou explicar melhor o que eu descobri depois de 24 horas de dor de cabeça e tentativas de atendimento em inglês e português de Portugal na central de atendimento deles:
  • Esta forma de pagamento não é válida para reserva instantânea ou com check-in inferior a 7 dias. 
  • Ela é uma opção exclusiva para quem tem residência no Brasil. 
  • Não existe restrição de país ou cidade. Pode ser um aluguel no Brasil ou fora dele. 
  • Ela só é válida se o valor da reserva for inferior a U$ 3.000. 
  • Se o anfitrião enviar uma "Reserva Instantânea", um "Pré-aprovado" ou tenha sido enviado a você uma "oferta especial", a "Reserva" vira uma "Reserva Instantânea". 
  • E aí você se lembra do primeiro item dessa lista. E o pior, fica para sempre no seu perfil. Você não pode cancelar e tentar de novo. 
Nós conseguimos resolver apenas no domingo ao meio-dia, mas fica a dica: Se você quer pagar com boleto bancário, peça para o anfitrião NÃO te liberar e nem enviar NADA. A maioria dos anfitriões quando aceitam sua proposta fazem isso. Combine com ele antes para que você envie a solicitação de reserva. Assim, você vai conseguir selecionar a opção de boleto bancário na hora de pagar. Do contrário é IMPOSSÍVEL selecionar essa opção.

PS: se o valor for acima do seu limite diário, acione o seu banco ANTES de iniciar o processo de reserva para que eles aumentem o valor. Isso vai te poupar da dor de cabeça e das horas de nervosismo ao telefone."

Beto Rando, um rapaz simpático, agradável, que no entanto perde tempo com bobagens.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Roteiro: o que fazer em Foz do Iguaçu

Foz do Iguaçu é mundialmente conhecida pelas famosas Cataratas do Iguaçu. Com suas 275 quedas d’água e considerado um Patrimônio Natural da Humanidade pela UNESCO, o local atrai turistas do mundo todo. É uma viagem curta, dá pra fazer em um feriado prolongado, ou no máximo 1 semana. Eu sugiro ficar pelo menos 3 dias inteiros na cidade para ver todos os principais pontos turísticos.

O melhor lugar para se hospedar em Foz é no centro, perto da estação central de ônibus, o TTU (Terminal de Transportes Urbanos). É de lá que saem quase todos os ônibus que te levam para os principais pontos turísticos. Além disso, a área conta com vários hotéis, hostels, restaurantes e bares. Para encontrar hostels na cidade, clique aqui.


AS CATARATAS DO IGUAÇU
Qual lado é o melhor? O Brasileiro ou o Argentino? Difícil responder, meio que são passeios complementares. O lado brasileiro é bem menor do que o argentino, é a mesma catarata, mas as vistas em alguns momentos são únicas em cada lado. Posso dizer que no Brasil, você vê mais de perto a força da queda, e na Argentina você vê melhor a extensão do lugar. Na minha opinião, você precisa ir nos dois lados, impossível escolher entre um ou outro. Já o passeio de barco, eu fiz só do lado argentino. Dizem que além de mais barato é mais completo, mas eles basicamente fazem a mesma coisa, navegam até a queda e molham todo mundo! 

Lado Brasileiro 


Para chegar nas Cataratas Brasileiras o mais fácil é pegar um ônibus no TTU. Ele deixa bem na frente da entrada do Parque Nacional do Iguaçu. Já lá dentro do parque, você pega um transporte que te leva no começo da trilha ou no Macuco Safari, que vou falar a seguir. A trilha é de 1.200 metros e de nível fácil, e dá pra se ter uma imagem panorâmica das cataratas nos vários mirantes que você encontra no caminho. No final da trilha dá pra você chegar bem perto da queda da Garganta do Diabo, é bom ir de capa de chuva nesse trecho porque molha mesmo. No final você também pode subir por um elevador para ver tudo lá de cima de uma torre. 

Além da trilha tem o Macuco Safari, que é o passeio de barco do lado brasileiro, que também inclui um passeio de carro aberto e uma pequena trilha. O barco passa praticamente embaixo da queda d’água, então vá preparado pra se molhar! Sugiro levar uma capa de chuva.

Lado Argentino 


Para chegar nas Cataratas Argentinas o mais comum é: ou ir de transfer, que te pega e te deixa na porta do seu hotel, ou ir de ônibus. O ônibus sai da rua de trás do TTU e te leva até o terminal de Puerto Iguazú, e de lá você pega outro ônibus até o parque. 
Dica: Levem pesos para pagar a entrada, eles não aceitam cartão de crédito e nem reais.

O lado argentino é infinitamente maior que o brasileiro. Então prepare-se para andar muito por aqui. Existem várias trilhas, nenhuma muito pesada, somente algumas mais longas que as outras. Para chegar na trilha que te leva pra Garganta do Diabo você pega um trenzinho. Aqui também existem vários mirantes no meio das trilhas que te dão aquela visão panorâmica das cataratas. 

São dois tipos de passeios de barco do lado argentino: a Aventura Náutica e a Gran Aventura. Ambos fazem a navegação de barco, mas a Gran Aventura tem uma parte de trilha em carro aberto. Assim como o Macuco Safari, prepare-se para se molhar!


PARQUE DAS AVES




O Parque das Aves fica do lado do Parque Nacional do Iguaçu, é só atravessar a rua, então dá pra fazer os dois no mesmo dia. Existem mais de 800 animais no local, sendo que 50% deles foram resgatadas de maus tratos e tráfico e 43% nasceram lá. É incrível, a maioria das aves ficam fora de gaiolas, você entra dentro dos viveiros e vê eles de pertinho.


ICEBAR

Foto: Icebar Iguazú


O Icebar é um bar de gelo que fica em Puerto Iguazú, então dá pra ir no mesmo dia que você for nas Cataratas Argentinas. Se perder o horário do ônibus para o Brasil, ainda tem táxis e remis (tipo um táxi, mas sem taxímetro) para voltar pro hotel. Eu acabei não indo, achei caro e eu estava com a roupa molhada ainda do passeio de barco. Mas acredito que seja uma experiência única! 


USINA DE ITAIPÚ


Existem dois tipos de passeio para conhecer a usina hidrelétrica, que é a maior do mundo em geração de energia: a Visita Panorâmica, onde você visita a parte externa da usina, e o Circuito Especial, onde você faz o mesmo trajeto da Panorâmica e ainda conhece o interior da usina. É incrível ver as turbinas rodando e poder observar a sala de controle.
Dica: se você fizer o Circuito Especial, atente-se para os requisitos obrigatórios de vestimenta e identificação. Mais informações aqui.


MARCO DAS 3 FRONTEIRAS


É o marco onde a fronteira do Brasil, Argentina e Paraguai se encontram, separados pelo Rio Paraná. A vista é bem bonita, e lá dentro tem um restaurante que tem cara de ser caro, mas tem preços bem pagáveis! Vale almoçar e beber uma caipirinha por lá. Além disso, tem um parque infantil e uma vila cenográfica das Missões Jesuíticas.


TEMPLO BUDISTA


Esse templo fica um pouco afastado de tudo, numa área residencial. O lugar é incrível, além do templo, tem um jardim grande com várias estátuas. É comum encontrar por lá alguém que se oferece para tirar suas dúvidas e te explicar um pouco dos simbolismos de cada buda do templo. 
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